Somos o que pensamos

Não se pode mudar o que não pode ser mudado. Mas pode-se mudar a maneira de ver, compreender e sentir o que ocorreu.

Interpretações e factos

As interpretações, em nossa vida, costumam ser mais importantes que os factos. O mesmo facto, vivido por diferentes pessoas, vai gerar em cada uma diferentes reacções. Viajando ao passado, é possível mudar a interpretação dos factos. E mudando essa interpretação, modificamos a maneira de ver esse mesmo passado.

A grande maioria das pessoas fala que gostaria de mudar, revolucionar, transformar, mas, ao mesmo tempo, existe uma voz interior competindo, tentando a todo custo manter confortavelmente congelado aquilo que já está codificado na sua estrutura psicológica.

Ao longo da vida, deixando de ser criança e tornando-se adulto, você traz consigo uma série de crenças positivas e negativas com relação ao mundo, às pessoas e a si próprio. Essas crenças, a cada instante, vão construindo a sua vida.

Como um peixe que nunca saiu da água, você difícilmente percebe que as suas crenças estão determinando o que você é. Você e suas crenças se confundem. Quando elas se manifestam, você acha que é você quem está se manifestando.

Isso é ruim? Claro que é ruim. Porque, enquanto não se libertar das suas crenças, você não consegue mudar. E sem mudar, você não pode melhorar a sua vida.

Reprogramação: o lado positivo!

As crenças que você traz foram codificadas linguísticamente no seu cérebro. Ou seja: foi pela linguagem que você aprendeu a acreditar nos valores que hoje determinam o seu comportamento. Portanto, existe a possibilidade de que, também por meio da linguagem, essas crenças sejam reprogramadas e recodificadas em seu cérebro.

Decretos pessoais:

• Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem a sua permissão.

• Ninguém pode entrar na sua vida para fazer você infeliz.

• Se alguém provoca em você a sensação de inferioridade ou de infelicidade, é porque você está permitindo.

• Seus sentimentos são seus! Você decide o que quer sentir.

Fonte: Dr. Lair Ribeiro

::: As informações contidas nestas páginas são resultado de pesquisas bibliográficas desenvolvidos pelo autor. Contudo, não deverão ser usadas como diagnóstico, pois cada caso terá a sua especificidade. Consulte sempre um profissional de saúde. ::: www.facebook.com/alquimiadoeu.eu  :  miguel.laundes@gmail.com  :  © Miguel Laúndes, 2021
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