Enfisema Pulmonar - tratamento natural

Doença dos tempos modernos, o enfisema é mais um tributo que pagamos aos maus hábitos da vida civilizada. O enfisema vem aumentando de incidência e isso acompanha de perto o vício do fumo.

É verdade que a poluição atmosférica e certos agentes químicos podem precipitar o enfisema. Mas nada é tão culpado como o cigarro.

Que é enfisema

Os alvéolos, são pequenas cavidades dos pulmões, que lembram cachos de uva, onde ocorrem as trocas gasosas.

No enfisema, os alvéolos perdem sua elasticidade, dilatam-se e ficam como bagos de uva murchas. Não se regeneram.

O resultado é que o paciente sofre para expelir o ar. Mal dá alguns passos e já está arfando de cansaço. Instala-se tosse seca e improductiva (sem catarro).

Por vezes acumula-se muco viscoso nas vias aéreas, pela ausência dos cílios protectores (que fazem o muco subir), o que complica a situação.

Vitaminas que protegem o corpo contra a poluição

As vitaminas A, E e C protegem as membranas respiratórias contra os poluentes, entre os quais o bióxido de nitrogénio, encontrado na poluição das cidades.

Experiências com ratos mostraram que esses roedores viviam mais e melhor com doses extras de vitaminas A e E quando forçados a respirar o ar impregnado de poluentes.

Para suprir as necessidades aumentadas dessas vitaminas, em ambientes castigados pela poluição, conforme sugerem pesquisas, usam-se alimentos como sumo de cenoura, gérmen de trigo e sumo de acerola.

Pode-se também usar cápsulas de vitaminas E e C. Quanto à vitamina A, preferimos recomendar a cenoura, rica em beta-caroteno, precursor da vitamina A.

Algas contra o enfisema

Estudando a influência da radioactividade sobre os alvéolos, a Universidade de McGill, Montreal, Canadá, desenvolveu um tratamento nutricional capaz de diminuir seus efeitos deletérios. Trata-se do uso regular de alginato de sódio (ou alginato de magnésio), obtido de algas, por pacientes de enfisema, ou pessoas sujeitas à radioactividade.

Vinagre de maçã

Baseado no princípio de que o excesso de poluição atmosférica altera o pH do sangue, estudiosos do assunto sugerem que os habitantes de cidades grandes, ou de áreas poluídas, acrescentem diariamente umas gotinhas de vinagre de maçã à água que bebem. Pacientes de enfisema poderão auferir benefícios dessa simples receita.

Para ajudar o pulmão do enfisematoso em sua árdua tarefa de eliminar o muco, recomenda-se tradicionalmente o feno-grego. Há, no mercado, pastilhas à base dessa erva. Caso não estejam disponíveis, pode-se preparar chá com feno-grego, alecrim, tanchagem, funcho, malva e alfavaca. Duas a três chávenas por dia, juntamente com dez gotas de solução de própolis a 30% e sumo de um limão para cada chávena. Ferver em meio litro de água duas colheres de sopa, das ervas misturadas. Coar. Quem mora em locais muito poluídos pode acrescentar a essa mistura um pouco de vinagre de maçã, de vez em quando.

Trinta minutos antes das refeições, tomar uma colher de chá de mel puro com cinco gotas de óleo de anis. Esse tratamento tem produzido bons resultados em muitos pacientes de enfisema.

Equinácea, a planta do sistema respiratório, será útil na elevação da resistência global do corpo, melhorando a qualidade de vida do doente. Há disponível em cápsulas ou em chá, no mercado de produtos naturais.

Inalações

São úteis na dispersão do muco inalações à base de eucalipto, hortelã-pimenta, zimbro, gautéria e cravo-da-índia, misturados com mentol.

Na Suíça, essa associação anti muco de plantas é chamada "óleo de Olbas". Colocar algumas gotas desse produto no vaporizador.

Onde esse produto não é disponível, indicam-se inalações de água com sal (um pouco mais concentradas que o soro fisiológico). Observar sempre orientação médica. Em certos casos, as inalações serão contra indicadas.


::: As informações contidas nestas páginas são resultado de pesquisas bibliográficas desenvolvidos pelo autor. Contudo, não deverão ser usadas como diagnóstico, pois cada caso terá a sua especificidade. Consulte sempre um profissional de saúde. ::: www.facebook.com/alquimiadoeu.eu  :  miguel.laundes@gmail.com  :  © Miguel Laúndes, 2021
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